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Incêndio em Hospital Obriga a Evacuação da Ala Psiquiátrica


Um incêndio no Hospital de Portimão levou à evacuação da ala psiquiátrica desta unidade hospitalar. O fogo teve origem num curto-circuito do quadro eléctrico, e por precaução as autoridades decidiram evacuar toda a ala psiquiátrica.

O alerta para o incêndio chegou pelas 20h37 de ontem ao Comando Distrital de Operações (CDOS) de Faro. Já no hospital, fonte do CDOS declarou ao Correio da Manhãque "por causa da acumulação de fumos na zona da ala psiquiátrica do hospital, houve necessidade de a evacuar, por precaução".

O incêndio "terá provocado um corte de energia que causou outros constrangimentos ao funcionamento da unidade hospitalar", tendo sido pedido o "apoio do INEM para garantir a eventual assistência aos utentes", explicou ainda a fonte do CDOS.
O Presidente do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, Luís Batalau, informou o Correio da Manhã que os doentes da ala psiquiátrica foram transferidos para outras zonas hospitalares.

Fábrica de têxteis em Ribeirão destruída pelas chamas

Um incêndio de grandes proporções destruiu, quinta-feira à noite, o pavilhão de uma unidade têxtil em Ribeirão, Famalicão. As causas são ainda desconhecidas, mas o rescaldo só deve ser concluído durante o dia de sábado.

O incêndio consumiu "60% a 70% da área" de uma fábrica Sasia, Reciclagem de Fibras Têxteis, na freguesia de Ribeirão, em Vila Nova de Famalicão, disse ao JN fonte dos bombeiros.
Rescaldo de fogo em pavilhão têxtil vai durar dois diasO pavilhão onde deflagraram as chamas ficou destruído, contudo, os bombeiros conseguiram que o fogo não afectasse a parte de escritórios e um outro pavilhão que se situa ao lado. Uma das máquinas da empresa foi também salva assim como a cave do edifício que albergava matéria pronta a sair.
Os bombeiros estão, com a ajuda de máquinas, a desintegrar toda a matéria-prima procedendo assim ao rescaldo.
O incêndio terá começado cerca das 22.30 horas de quinta-feira, numa das máquinas, mas rapidamente se propagou ao restante espaço. Foram destacados 60 elementos, apoiados por 19 viaturas, que deram o fogo como dominado às 2.30 horas, cerca de quatro horas após o alerta.(vídeo)

Incêndio na Fábrica de Papel em Loures


Rescaldo ao incêndio em fábrica de papel vai durar o dia todo
O incêndio que esta madrugada destruiu um pavilhão de armazenamento de papel, em Loures, vai obrigar os bombeiros a ficarem todo o dia em trabalhos de rescaldo, disse o comandante de operações de socorro.
Joaquim Vicente, disse no local que as "operações de rescaldo devem durar todo o dia", e que ainda "não conhecidas as causas da origem do incêndio", que deflagrou na fábrica Fapajal.

Incêndio numa empresa do Grupo Inditex


A fábrica de têxteis Luís & Azevedo, em Brito, Guimarães, está sob o olhar atento dos bombeiros locais, porque, apesar do perigo de desmoronamento do edifício ter sido afastado, o risco de reacendimento das chamas mantém-se. O incêndio deflagrou na madrugada de segunda-feira 10 de Maio, no armazém de mercadorias da fábrica, que guardava materiais inflamáveis, como malhas e fios.Desde que deflagrou, pelas 2h40, o fogo permaneceu, pelo menos, 13 horas. Foram necessários 46 bombeiros de cinco corporações, apoiados por 14 viaturas, para fazer frente às chamas. Os homens esperavam que fossem extintas por volta das 12h00 de ontem, mas só conseguiram dominar o incêndio perto das 15h00. No armazém, onde estavam circunscritas as chamas, guardavam-se malhas e fios altamente inflamáveis, que dificultaram o trabalho dos bombeiros. "Os homens estão a ser constantemente rendidos", disse ao i uma funcionária dos Bombeiros Voluntários de Guimarães. Ali guardavam-se entre 200 e 300 toneladas de fio, avançou Amadeu Portilha, vereador da Protecção Civil de Guimarães. A excessiva carga térmica que existia numa das lajes do primeiro piso também contribuiu para dificultar a operação. Um bombeiro teve de ser assistido no local, porque quando tentava entrar no armazém caiu num "fosso", ficando ligeiramente ferido.

A fábrica Luís Azevedo & Filhos trabalha com malhas circulares, que vende para marcas como Burberry, Kenzo, Dior, Lacoste, Benetton, Balenciaga, Isabel Marant, Inditex, entre outras. Só em 2010, a empresa facturou 7,2 milhões de euros, informa o "Jornal Têxtil", o que significa um aumento na ordem dos 20%, em relação ao ano anterior.

A têxtil vimaranense emprega 36 pessoas, disse à Lusa o administrador da fábrica. Os danos resultantes do incêndio são "avultados", acrescentou.


Fonte: Agencia Lusa

Decreto-lei 220/2008 Regulamento Geral de Segurança Contra Incêndios em Edifícios (RG-SCIE)

Incêndio na Borgapélio na Trofa


Este Decreto-lei vem estabelecer o regime jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios e determinar as condições de segurança contra incêndio a aplicar a todas as utilizações de edifícios, bem como de recintos iitinerantes ou ao ar livre, reunindo num único diploma legislação que actualmente se encontra dispersa por um número excessivo de diplomas avulsos.